Não há como não pensar nas noites que passas em claro, nas lágrimas que escondes, e no trabalho árduo de todos os dias.
Não há como esquecer seu sacrifício pelos filhos.
Não há como esconder um sorriso diante da tua figura.
Não há como reprimir aquela maldita saudade que aperta tão forte o meu peito, e se esvai em lágrimas de um amor tão puro e incondicional.
Acho que nunca consegui expressar de forma muito clara a minha gratidão por haver me permitido a vida, pela compreensão e o apoio que foi sempre o que me moveu a continuar.
Ninguém sabe tanto quanto eu, pai, o quanto és importante pra mim.
Não falo tudo isso por ser o segundo domingo do mês de agosto, falo tudo isso por sentir a tua falta todos os dias ao chegar cansada em casa.
Sinto falta das noites à beira do rio torcendo pra Lua ajudar, torcendo pro vento não apertar...
Sinto a falta do teu abraço "quebra-costelas", e até das tuas broncas.
Sinto falta, pai, de te ver entrando pela porta da frente, abrindo os braços e sorrindo...
Meu pai, meu irmão!
Estado melancólico e confortador causado pela falta de algo aliado à vontade de destruí-lo mesmo assim.
sábado, 13 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Don't Ask
Eu posso nem sempre mostrar
Mas lá no fundo você sabe que eu me importo
Não há palavras para dizer
Mas se elas estivessem lá eu juro que te diria
Não sou o tipo de cara
Que mostra como sente por dentro
Não me peça para dizer, você sabe que eu te amo
Não me peça para provar, não ha niguém acima de você
Eu te vejo se vestir
Eu adoro o jeito que você brinca com seu cabelo
As coisas simples eu noto
Eu saberia se elas não estivessem mais lá
Apenas não consigo explicar
O por quê de estar sem palavras novamente
Lembre-se dos bons tempos que tivemos no baile
Nós compartilhamos juntos
Esqueça as vezes ruim que batemos em todos
Batemos em todos eles juntos
Não me peça para dizer, você sabe que eu te amo
Não me peça para provar, não ha niguém acima de você
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