Não há como não pensar nas noites que passas em claro, nas lágrimas que escondes, e no trabalho árduo de todos os dias.
Não há como esquecer seu sacrifício pelos filhos.
Não há como esconder um sorriso diante da tua figura.
Não há como reprimir aquela maldita saudade que aperta tão forte o meu peito, e se esvai em lágrimas de um amor tão puro e incondicional.
Acho que nunca consegui expressar de forma muito clara a minha gratidão por haver me permitido a vida, pela compreensão e o apoio que foi sempre o que me moveu a continuar.
Ninguém sabe tanto quanto eu, pai, o quanto és importante pra mim.
Não falo tudo isso por ser o segundo domingo do mês de agosto, falo tudo isso por sentir a tua falta todos os dias ao chegar cansada em casa.
Sinto falta das noites à beira do rio torcendo pra Lua ajudar, torcendo pro vento não apertar...
Sinto a falta do teu abraço "quebra-costelas", e até das tuas broncas.
Sinto falta, pai, de te ver entrando pela porta da frente, abrindo os braços e sorrindo...
Meu pai, meu irmão!

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